Amor.

Sem ele não há riso, não há beleza, não há esperança, não há simplicidade. Não há vida.
Parece que é sempre acordar de cara amarrada, chupando sempre um limão que só azeda ainda mais a vida. E que vida... que não traz nada, que não facilita, só dificulta.

Tudo que se encontra é a ilusão da ilusão de que um dia poderá ser feliz. E nunca poderá, pois nunca conheceu o que é verdadeiramente amar. Aquele sentimento que faz a paciência se tornar natural, a caridade e o voluntariado algo de si próprio, sem esforço.

Não há espaço para o egoísmo, para a inveja, para a raiva. Há espaço para a compreensão, o companheirismo.

Quem não ama, não sabe o que é ser feliz. 
Quem não ama, não sente o gosto pleno do viver.
Quem não ama, não sabe o que é entender.

E vive a vagar. A estragar. A azedar. A boicotar... a vida doce de quem sabe amar.

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