Quem Sou Eu?

Quem sou eu para privar-te de ti mesmo? O que diabos sou ou o que tenho que me faça ter o direito de impedir que busques o novo? O brilho que seduz, cintila. É cada vez mais impossível não olhar, não querer, não desejar. Irremediável dizer que o novo um dia fica velho. Foda-se o velho, foda-se o que já passou. Quero viver, quero sentir, quero desprender antes de envelhecer. E ai, repito, quem sou eu para privar-te de ti mesmo?

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